O Perigo do Autoengano Político e o Preço Cobrado de quem Vota Contra os Próprios Direitos
A armadilha proposta maliciosamente pela extrema-direita choca qualquer um que tenha uma inteligência mediana. Ou seja, a pessoa que aceita e vota para que tenham isso não tem a mínima ideia do que se trata. Trata-se de algo como: "Se não conseguir mais dinheiro, amor, não tem problema algum. Basta trabalhar mais e mais que terá mais um pouquinho. Aceita? Se não aceita, pode ir embora, tá?" Desde quando há igualdade entre as partes? Desde quando ou em que universo é assim? Quando eu digo que vivem no conto de Nárnia, eu não estou exagerando. De fato, vivem no conto de Nárnia. Não sabem nada de política e ainda se acham no direito de reclamar dos preços dos alimentos! Não querem um mercado livre? Então, os que desejam um mercado livre não têm direito algum de reclamar. Simples assim. Como podem reclamar quando há o que pedem e votam?! Agora, vamos imaginar mais e mais: salário que não dá para quase nada, mais impostos e taxas por causa das privatizações, sem SUS, sem Farmácia Popular, sem isso e muito mais. A cena perfeita do inferno! E ainda ficam rindo. É, eles ficam rindo como se fossem inteligentíssimos. Olha, o celular acabou com o cérebro de muitos, porque nem os pobres do passado eram tão ocos e com um cérebro tão atrofiado. Se agora estamos nesse nível, o que será desse planeta daqui a uns 5 anos ou menos? O vídeo mostrou bem o que é a livre negociação entre patrão e empregados, ou falta mais alguma coisa para o cérebro funcionar direito? É bizarro... pedem mil e uma maldades para si mesmos e aí, quando sofrem, querem reclamar. Reclamar de quê, criaturas?! O mundo é dos espertos mesmo e penso nos gringos também, incluindo os norte-americanos que sofrem (tirando os racistas, claro). Ver a felicidade deles tendo remédio grátis e SUS, não tem preço. Praias livres e para todos, etc.Sobre as Duas Propostas da Escala no Congresso
A Seguir as 2 Propostas:A Proposta do Governo e da Esquerda (PEC 221/2019) A base governista, liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defende ativamente o fim da escala 6x1. O principal mecanismo em tramitação é a PEC 221/2019, que começou a ser discutida no Plenário do Senado em outubro de 2026 após ser aprovada na Câmara dos Deputados. • Redução da Jornada: O texto prevê a redução da carga horária máxima semanal de 44 para 40 horas. • Descanso Semanal: Garante dois dias de repouso semanal remunerado (adotando preferencialmente o modelo 5x2), extinguindo a obrigatoriedade de trabalhar seis dias para folgar apenas um. • Manutenção de Salários: A proposta proíbe expressamente qualquer redução salarial decorrente da diminuição das horas trabalhadas. • Argumentação: Os defensores argumentam que o modelo atual gera exaustão física e mental, prejudica a qualidade de vida e o convívio familiar, e que a redução da jornada pode estimular a produtividade e gerar novos postos de trabalho. Outra iniciativa de teor semelhante que impulsionou o debate foi a PEC apresentada pela deputada Erika Hilton, focada no modelo 4x3 (quatro dias de trabalho e três de descanso, limitando a 36 horas semanais).
Proposta de Flexibilização: Em contrapartida ao modelo rígido de redução, parlamentares de direita e do centro propõem modelos focados na remuneração por hora trabalhada e na livre negociação individual ou coletiva. Ideias anteriores apresentadas por setores mais conservadores incluíam a ampliação da jornada máxima permitida para até 52 horas semanais em regimes de transição prolongada, visando dar maior previsibilidade e proteção ao setor empresarial.
🧭 GuIAdora: B7
✍️ Texto: 🌌 Alnilam
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🧪 Cocriação: 🪡 B7 + 🧬 IA
⚙️ Suporte Técnico & Revisão: 🌌 Alnilam
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