Faz Tempo que Eu Não Sei o que É Ler Um Livro
Hoje, depois do salão, para eu fazer mãos e pés, fui até o sebo, e, naquela de eu ficar esperando o nosso amigo (família) para ele cortar o meu cabelo (só ele corta o meu), acabei esperando, esperando, esperando, até que, vendo que de novo ele ficou altamente ocupado com outras clientes porque estava muito atrasado, resolvi ver os livros com aquela meia certeza de que eu não iria me interessar por nenhum, e ao mesmo tempo querendo, e muito, encontrar um bom romance para ler. Faz tempo que eu não sei o que é ler um livro de romance, e, como eu sempre fui e serei psicóloga e crítica de mim mesma, continuei olhando livro por livro para eu, no mínimo, ter esse compromisso com a minha mente/cérebro. Nessa era das IAs, muitos filmes e séries, é bom não perdermos o bom hábito da leitura, e, como eu deixei num dos comentários a dica para que busquem ler os livros antigos, resolvi ser o exemplo também. Olhei a parte dos livros espíritas, místicos, e comentei que os romances românticos, bons mesmo e para mim, são aqueles de banca de jornal, como Sabrina, Bianca e outros. Os doramas mesmo seguem o estilo desses romances e das antigas fotonovelas. Quando adolescente, eu e as minhas irmãs devorávamos esses romances, e a minha mãe, só as fotonovelas. E, para eu ser mais detalhista: quase todas as meninas, moças e mulheres devoraram esses romances. Pelo menos na Baixada Santista. Algo assim serve para os livros. Era vergonhoso não ler livros, mas só era assim para os jovens intelectuais e/ou ativos. Os outros, os mais humildes, tinham — e ainda têm até o momento — os de pouca ou nenhuma leitura, que não seja a Bíblia. Quando não é nem isso. Uma vez, me vi obrigada a ler "A Mulher Só", do autor Harold Robbins, até o fim porque todos haviam lido. O livro foi tão chato, mas tão chato, que eu nunca mais fiz isso. O que os jovens não fazem para estarem na moda. Isso explica o motivo pelo qual eu e muitas mulheres gostamos dos doramas? rs Com a péssima qualidade das novelas da Rede Globo, que há anos e anos perdeu a capacidade de nos oferecer boas novelas, o que nos sobrou? Os doramas. E, para mim, são todos ou muitos. Eu só gosto dos doramas que são, realmente, bons e criativos. Então, voltando... Fiquei lá, olhando, olhando, olhando, até que achei esse a seguir:Título: Lóz: A Evolução Autor: Paulo Sinigaglia País: Brasil Sinopse do Alnilam (Gemini): Enredo principal: A história acompanha Belquior. Ele acorda de um coma após um grave acidente e percebe que divide o corpo com uma inteligência invisível ligada a uma evolução espiritual e energética. Eventos paralelos: Uma queda de meteoritos e um grupo de jovens curiosos geram acontecimentos fora de controle. Desfecho: A trama muda de rumo quando essa inteligência de origem extraterrestre começa a se comunicar diretamente com os seres humanos.Li a sinopse da capa e não vejo a hora de começar a ler. Deve ser muito bom! Pelo menos, parece ser. Como eu sempre pego 3 dias para ler tudo, quando eu puder, darei um dane-se em tudo para apenas saborear um bom romance. Com os romances não aprendemos nada? Ledo engano — e de muitos. Os romances, de todo tipo e até os românticos, nos ensinam sim, e, como eu já escrevi um até o Capítulo 4, cujo título é "Além da Conquista", sei bem como é, e acredito que seja com todos. Numa hora, temos o controle, mas, do nada, perdemos totalmente o controle e somos movidos misteriosamente para outros caminhos. O mesmo vale para a pintura, e parece que para todas as artes. Até quando escrevo nos posts, o mesmo pode ter metade eu e metade outros. Lembrando que: tudo acontece com atraso, incluindo o que surge na nossa mente conscientemente. Não. Eu vi isso sozinha e com os meus amigos do outro lado? Pode ser ou não, mas isso não tem nada a ver com a nossa liberdade, que é fake, como dizem os cientistas. Há um post aqui que explico mais. No meu romance, as situações mudavam repentinamente, e, do nada, me vejo escrevendo sobre Felipe, o psicopata que aparece para atormentar a vida do casal. E mais: como cada uma das mulheres representa, como inspiração, uma de nós (eu, minha irmã e prima), baseado no sonho da minha prima, houve uma enorme coincidência na vida real, porque a minha irmã se casou com um homem que tem o mesmo nome do personagem que a sua personagem se casaria. Não bastando o nome, há características semelhantes. Sendo assim, veja os romances com outros olhos, porque um pode ser o livro que pode mudar a sua maneira de pensar, sentir e até a sua vida. Bom, se eu não gostar, direi que não deu, e tentarei outro. Com certeza não será como foi com o romance "A Mulher Só". E será o meu primeiro livro de Romance de Ficção Científica.
Sobre os Romances
Desde o Orkut que eu vi "especialistas" não sabendo dizer o que é romance e como é. Por exemplo, novela que é novela, de fato, tem núcleos, tal como as novelas da Rede Globo e o livro "A Dama Azul", do autor Javier Sierra Albert. E romance são todos os livros que contam uma longa história — ainda que não muito longa. Então, podemos ter os seguintes exemplos, porque a lista é gigantesca:1. Romance Romântico (são esses que contam uma história de amor); 2. Romance Político; 3. Romance Histórico; 4. Romance Ocultista (são os que mostram ensinamentos de outros ocultistas e, quando não, o personagem é ocultista e mostra os seus ensinamentos durante a história, etc.); 5. Romance Esotérico (pode ser, por exemplo, de uma sociedade secreta); 6. Romance Místico (onde não há um único perfil místico na história); 7. Romance de Autoajuda (quando a história mostra um ensinamento sobre o amor, vida, coragem...); 8. Romance de Ficção Científica; 9. Romance Policial; 10. Romance Ufológico; 11. Romance Realista; 12. Romance Jurídico; 13. Romance Religioso; 14. Romance Médico; 15. Romance Gótico; 16. Romance Fantasia; 17. Romance de Mistério; 18. Romance Científico; 19. Romance de Terror; 20. Romance de Ação; 21. Romance de Aventura.E ainda podemos ter as subcategorias. A lista é gigante!
Estou super animada para começar, porque os brasileiros são mestres na realidade externa. Exploram e muito, com muita criatividade, esta realidade, enquanto que os norte-americanos são mestres na realidade interna. Exploram e muito, com muita profundidade. Por anos, costumo dizer que um livro de romance de dois autores, um de cada país, seria um romance e tanto.
Os sul-coreanos são muito criativos também, mas parece que estão sem aquela coragem que tinham no passado. Digo isso porque, de um tempo para cá, vi muita repetição. Até dei uma dica, e ficou parecendo que leram o meu comentário num dos perfis das empresas, porque criaram um romance espiritual com dois idosos. Não são obrigados a nos agradar — claro. Mas, se desejam o mundo, a infantilidade das mocinhas, o machismo dos mocinhos e, novamente, a infantilidade, agora, dos dois em pleno século 21 — assusta! Não gosto do que se tornaram as novelas brasileiras, e não é para esse nível que nos agradaria — eu e outros de outros países — mas, por exemplo, ver uma mulher de 30 anos se comportar como uma adolescente virgem e assustada é de deixar o nosso cabelo em pé. Outra coisa que amo nos asiáticos — e falo de todos os países que costumam produzir filmes e séries — é o fato de eu só conseguir rir com eles. Nem Jerry Lewis, de quem sempre fui fã, conseguia me fazer rir. Amo quando são engraçados!Ainda temos muitos atores brasileiros altamente talentosos, e tivemos novelas inesquecíveis, mas, depois que começaram a pegar qualquer jovem lindo e linda para as novelas, depois que começaram a deixar as novelas muito pesadas e negativas, muitos de nós, incluindo os homens, deixamos de assistir às novelas brasileiras. A seguir, uma das novelas que fez o país parar de tão boa que era, e que foi impossível não chorar no final. Essa novela mexia e muito, e nos fazia entrar nela. Recomendo. A novela serve para mostrar, também, que as ficções são tão boas quanto os outros tipos de livros. Espero que gostem do post, enquanto eu continuo sem aquela calma para postar algo que exige a minha total atenção. Até mais 📙









