Quando a Guerra Bateu à Porta e o Povo Fez a Cobra Fumar
E todos nós, brasileiros, estamos pedindo a bomba atômica. Tanto os traidores da pátria de direita, como nós, de esquerda. Tanto políticos de direita, como os de esquerda.Algo assim, meio semelhante, aconteceu na Segunda Guerra Mundial. Mesmo com os EUA tentando inúmeras vezes colocar o Brasil na guerra, Getúlio Vargas, na época, recusava. Tudo o que os EUA oferecia para o Brasil era inútil. Até que em 1942, o Brasil foi atacado pelos alemães, que bombardearam 36 navios brasileiros, matando 1000 brasileiros. Quando o povo viu os corpos, ficou tão furioso que, nas ruas e cidades, começaram a atacar consulados e a exigir que o país entrasse na guerra. Foi tão grave que Getúlio Vargas não teve escolha. Foi obrigado pelo povo — e somente pelo povo, porque os EUA não conseguiam — a declarar guerra contra a Alemanha. E foi aí, por causa disso, que a Cobra Fumou. Não queriam entrar de jeito nenhum — todos. Mas mudou com o ataque, e muito provavelmente os alemães também acharam que o povo era covarde. Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa. Não deveriam misturar as coisas. E na época, os gringos acharam engraçado, e deu no que deu. No fim, os alemães ficaram com muito medo dos soldados da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Voltando a bomba atômica... Já passou da hora de termos uma porque os gigantes amam brincar com os que não tem uma. Não é justo sermos eternamento um dos seus brinquedos. Já deu! Mas, podem continuar porque, quanto mais batem, mais conseguem o ódio dos brasileiros. Um país que é e sempre foi o 'Porto Seguro', a mãe de todos os gringos, incluindo dos norte-americanos e dos hermanos, ter que ver moleques da 5º série como esses, nos ameaçando, é uma ofensa. E aposto que apostam nesta aposta: a de que quando tirarem o Trump, tudo voltará ao normal. Não-não. Não vai não. Não, porque nunca esquecemos. Ou acham que não sabemos, pelo menos a maioria, de que usam a família Bolsonaro e o seu Trump, para terem o que desejam? Resumindo a coisa: o Trump é apenas um funcionário deles, assim como os seus aliados e outros. Algo assim: para X, chave de fenda; para Y, martelo; para P, chinelo. Ou: cavalo aqui, peão alí, e a rainha fica de ladinho. Enfim, o Trump e outros só acham que jogam, quando que, na verdade, não jogam nada, também. Será que o cercadinho acabou ou continuaremos vendo vizinhos vendidos de direita?











