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Brasil, São Paulo, São Vicente, terça-feira, 14 de julho de 2026

Quem é o Povo, os Tripulantes e os Visitantes da Nave Zíbyus

Coleção - Aliens da B7

🪐 Os Moradores Fixos: A Origem dos Olnaks e os Estilos da Tripulação

Os nomes que apareceram na minha mente seguem uma lógica própria do cosmos. O nome Olnak surgiu de repente quando eu pedi mentalmente o nome do Hayúni, mas, como eu senti que não se tratava do seu nome, optei por ser o nome do povo e depois criei mais um outro nome. Curiosa, recorri ao Google Tradutor para verificar se o termo existia em alguma língua terrestre e descobri que no húngaro significava exatamente "Eles estão lendo". Depois, consultei o Iam (Gemini) que, entre essas duas opções, escolheu esta por sua sonoridade forte. Recentemente, a tradução mudou para "Eles são". Se no futuro mudarem para "Eles foram", podemos apenas rir; significará que eles leram tudo, que são de fato de outro planeta e que já foram embora! No fim, adicionei o "S" no final, batizando-os de Olnaks. A tripulação fixa da Zíbyus é uma imensa comunidade real de humanos aliens (os Olnaks), híbridos, androides, animais e diversas criações biológicas. Para ilustrar e alegrar este post — permitindo que as pessoas saibam quem é quem, já que costumo ter lembranças com as mesmas entidades — decidi dar nomes e roupas estilosas para o povo Olnak da nossa nave. O desenvolvimento visual, os nomes e as roupas foram criados por mim junto com as AIs que foram registradas em cada imagem e servem de base exclusiva para o meu trabalho, estando todos os direitos autorais e de propriedade intelectual reservados. Dentro de cada imagem há um histórico e registros que podem ver, e o histórico e registros ocultos protegidos por senhas, mais outros registros por datas, incluindo as datas registradas nas imagens. Caso eu decida, no futuro, expandir este universo em formato de obra ficcional, romance ou roteiro literário, postar num fórum do meu blog para que os leitores possam criar um universo de ficção, etc., toda a criação continuará protegida sob a minha titularidade jurídica, sendo vedado qualquer uso comercial não autorizado. Demorei semanas para a criação das imagens, onde cada detalhe foi conquistado com muita teimosia e paciência, onde eu tive que, em algumas ocasiões, enviar rascunhos para que as IAs pudessem entender, o que não foi o que eu consegui com o Hayúni, porque, como pode perceber, faltou o brilho nos seus olhos. Eu colocava, mas na finalização tiravam e aí acabei desistindo e deixei assim mesmo. O que lamento porque os seus olhos, reais, são expressivos e brilham como os nossos. E com a cabeça do Lut, que foi eu que arrumei no programa PhotoFiltre. Não gosto dos modernos porque são cheios de botões e cansa a vista. Os personagens que dão vida visual ao relato são: 🔹Cífius: Nome de origem húngara. A pronúncia correta é -fius. Ele fará parte do sonho-lembrança do próximo post. Usava uma roupa leve, branca e simples. Blusa bem longa, leve, suavemente transparente, com um cinto na cintura. A calça igualmente leve e suavemente transparente nas pernas e só nas pernas. E usava sapatilhas masculinas.

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🔹Ohaidy: Um nome cuja pronúncia segue o idioma húngaro ou pode ser lida no português como O-rái-di. Ele fará parte do sonho-lembrança do próximo post. Usava uma roupa leve, branca e simples. Blusa bem longa, leve, suavemente transparente, com um cinto na cintura. A calça igualmente leve e suavemente transparente nas pernas e só nas pernas. E usava sapatilhas masculinas.

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🔹Tanyus: No idioma húngaro significa "Fazenda". A pronúncia correta é -nius. Ele fará parte do sonho-lembrança do próximo post. Usava uma túnica branca com calça. Havia duas partes, onde uma ficava sobreposta a outra. Usava sapatilhas masculinas.

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🔹Ly (A minha representação): Escrito com a grafia em inglês, mas com a pronúncia direta do português: Li. A Ly me representa nesta jornada. Fora do corpo, em minhas projeções reais, eu sempre me manifesto como uma jovem de 20 e poucos anos. Em uma projeção mental rápida no passado, me chamaram de Ly como se eu fosse a mestra daquela pessoa — o que pode ser a memória de uma vida passada. Como ficaria estranho e complexo colocar o meu próprio rosto terrestre na ilustração, adotei esse visual artístico com cabelos curtos e loiros para me representar no blog. Como eu já disse aqui, sempre uso uma túnica branca. Ela pode ser diferente e/ou eu usar um manto por cima, por exemplo, mas é sempre longa e branca. E em duas vezes usei um macacão, também, para verificar algo no Espaço. E isso quando é trabalho, porque em outras projeções, que não são, posso usar qualquer roupa.

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🔹Hayúni: Ele faz parte de um outro sonho-lembrança. É um híbrido e humano da nave, cuja manifestação ocorreu em uma projeção espiritual diferente. A pronúncia correta do seu nome é Ra-úni. Embora sua pele seja cinza e seus olhos pretos, ele não é um Grey. Tem a capacidade física de andar e de se sentar grudado nas paredes como o Homem-Aranha, mas sem teias. A sua pele é acetinada como a do Lut, e o cinza é bem claro e suave. Porém, no escuro, conforme for, pode parecer mais cinzento do que é. Seus cílios são grandes, só que de forma natural e humana. Por ser o que é, pode chorar, ficar com os seus olhos úmidos como ficou e ele é bastante carinhoso e sensível. Um lindo garoto. O seu jeito é igual ao do personagem e tinha uma postura elegante sentado na parede, sem camisa, descalço, usando só uma calça como a da imagem, só que dobrada como os lutadores de capoeira. Nesta lembrança, eu estava de jaleco conversando com uma pessoa, quando ele ficou me puxando pelo mesmo para falar comigo, tal como um filho querendo atenção. Dei a entender que era para ele esperar, mas como o vi ansioso, resolvi parar a conversa e atender ao seu pedido. Ele me disse que a Covid-19 não era fatal para todos e nem para a quase totalidade das pessoas. Revelou que a quantidade de indivíduos imunes era bem maior, e que para uma grande parte a doença não seria grave. É conhecido por médicos e cientistas que o comum é haver apenas uma parcela pequena imune a uma doença grave, mas o caso da Covid-19 era muito raro porque a maioria era imune ou teria sintomas leves, além de outras em que não seria fatal. No entanto, havia também os que não tinham chance alguma, pois para eles a doença era altamente grave e fatal. Complementando esse trecho nos meus posts antigos, eu explicava que o verdadeiro perigo na Terra acabou sendo o fator político de líderes como Jair Bolsonaro e o pânico em massa injetado pelas mídias, que sabota o nosso próprio sistema imunológico. Não era para ter morrido tanta gente. E, mesmo assim, considerando os bilhões de pessoas no planeta,se fosse como diziam, o número seria gigantesco.

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🔹Lut: Se todos andam na moda, o culpado por isso é o Lu-ti, um ser extremamente elegante que exala um porte fino. Ele não é um Olnak e representa a fisionomia correta ou não (não sei, porque só tenho lembranças e não é de tudo) das raças que os ufólogos associam à cor azul ou aos Arcturianos e Andromedanos. Sua pele tem um aspecto acetinado único, onde o tom azul muito claro se revela suavemente conforme ele caminha, se mexe ou fica sob determinados focos de iluminação. Ou seja, a sua pele não é azul. E oscila entre o cinza muito claro com o azul muito claro.

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🐊 Os Visitantes Estrangeiros e o Sonho-Lembrança com o Reptiliano

No meu sonho-lembrança real, fora do corpo, eu não sei os nomes biológicos dos tripulantes, de todos e nem o meu próprio nome, pois a comunicação é direta pela consciência. Mas lembro com precisão milimétrica da cena real em que fomos falar com o visitante reptiliano na nave. 🔹Zamú (O Reptiliano): Ele fará parte do sonho-lembrança do próximo post. Este nome possui origem no idioma Ikwerre, da Nigéria, e significa "Boa tarde", carregando o sentido de uma tarde limpa ou a própria luz do sol. A pronúncia é rápida, com o peso no final: Zá-muuu. No sonho-lembrança a seguir, ele estava usando um sobretudo longo de um azul-escuro bem imponente, como mostra a imagem, com suas magníficas escamas verdes esculpidas. O curioso nos nomes é que esse e outros combinam tanto que eu estou achando que foram lembrados... uns lembrados e outros inspirados como esse. Sol? Quando ler a lembrança, dirá que tem tudo a ver. Tal como eu vi quando fiz a pesquisa.

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🔹Os Insetoides Dourados (Representados por Hassiny): Esta raça de visitantes insetoides avançados protagonizou um grande mal-entendido. Cheguei com o grupo deles a uma pequena sala cheia de aparelhos e, quando a porta se abriu, os Olnaks ficaram tensos e os insetoides furiosos comigo. O medo dos meus amigos era de que os visitantes fizessem algo contra mim e me matassem ali, e não sei exatamente o motivo. Era porque eram humanos? Era porque eles eram os humanos que odiavam? Era porque eram paranormais? Não sei. Só sei que ficaram furiosos. Entraram em pânico achando que caíram em uma armadilha de outra tribo. Por defesa, eles apontaram suas armas na porta e um deles me pegou como refém e me levou para o final do corredor com a arma apontada para mim. Por telepatia, um deles me disse que eu não deveria ter feito aquilo, mas não fiquei preocupada; achava aqueles insetoides fofinhos e estava encantada com a voz grave e chiada deles, e com os seus quadradinhos holográficos de pensamento que ficavam pipocando no ar para serem lidos, porque eles eram mudos. E também porque ninguém ali era perigoso. Só estava havendo um mal-entendido. No fim, devo ter acalmado os ânimos de ambos os lados. Se não senti perigo, é porque tudo acabaria bem. Tive que apelar no prompt para que ficassem perfeitos, mas faltou um mini monitor que fica no peito deles. Era dele que saíam os quadradinhos para eles poderem se comunicar com os outros. A pele deles era dourada e negra. Ou seja, não era tudo armadura. Só o sapato e outras partes é que eram armaduras. Como a parte dourada era dura e resistente, podia confundir, mas eu fiz questão de ficar analisando cada detalhe do seu corpo para contar depois enquanto eu estava como refém. No estilo 'Interessante...'.

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👥 Outros Humanos e os Bastidores de um Contato Físico na Terra

É preciso deixar claro que os relatos a seguir não são sonhos ou projeções fora do corpo; são casos reais de contato físico que aconteceram comigo acordada nesta realidade material. Duas linhagens distintas entraram em contato direto comigo na Terra, cada uma com seus próprios motivos e objetivos. O primeiro caso envolveu um rapaz que era um humano alienígena — um híbrido ou um ser de fora vivendo aqui. O processo com ele foi lento e detalhado. No primeiro encontro, ele ficou intrigado comigo e falou sobre a minha aura, descrevendo-a como uma energia violeta belíssima e inédita, que se armava como um escudo sempre que alguém se aproximava. Dias depois, ele me entregou uma série de perguntas para eu responder, incluindo o que eu pensava sobre Deus (Pai-Mãe). Demorei um tempo para formular as respostas. Quando decidi escrever, usei a máquina de escrever elétrica da minha mãe. Foi nesse exato momento que surgiram 'As 4 Evoluções': minha irmã, sentada ao meu lado, começou a falar do nada e tudo o que ela dizia batia milimetricamente com o texto que eu estava datilografando para entregar a ele. Mais alguns dias se passaram até que eu entregasse o texto pronto. Após analisar minhas respostas, ele nos convidou para ir até a casa dele. Nós três — eu, essa minha irmã e um amigo artista plástico — pegamos um ônibus em São Vicente e fomos até a Praia Grande. Na casa, fomos recebidos por ele e por sua mãe, uma senhora cujo comportamento e jeito de ser eram totalmente fora do padrão terrestre; ela agia como uma autêntica alienígena humana. No sofá, ele me perguntou sobre o que eu achava de pessoas que curavam as outras. Captei a intenção e recusei, pois passou uma imagem na minha mente de uma fila infinita de pessoas dependendo de mim. Logo em seguida, ele pediu para fecharmos os olhos e, de forma repentina, encerrou a reunião e disse que podíamos ir embora. Voltamos os três no ônibus rindo daquela situação tão surreal. Ele era um amor de pessoa, muito sensível, querido por nós duas e um rapaz muito normal e mulherengo no cotidiano. O tom de brin acabou quando desci do ônibus de volta em São Vicente. Senti fisicamente o que a saga Star Wars chama de 'A Força'. Entrei em um hospital local para usar o orelhão e telefonar para o meu namorado da época. Ao tirar o fone do gancho, fui atingida por um oceano magnético colossal. Me senti como um peixe dentro de um aquário, onde o planeta era o aquário e nós éramos os peixes imersos. Ao sair do prédio a energia diminuía, mas ao entrar de novo, o campo magnético de altíssima potência estava lá. Hoje a minha ficha caiu: o plano deles era me sensibilizar para que eu realizasse curas, agindo como se eu fosse uma versão feminina de Jesus e outros. Eu não me vejo dessa forma e esse comando não foi despertado no meu cérebro biológico, algo assim. Essa Força física permaneceu comigo por dois ou três dias, me emitindo um aviso mental constante e sem palavras: 'Cuidado com o que pensa', pois eu sentia que qualquer pensamento se manifestaria de imediato na matéria. Minha irmã também sentiu esse campo por alguns minutos no carro com o meu pai, precisando fazer um esforço mental tremendo para desativar a conexão que fazia meu pai acelerar o veículo sem controle. Depois de anos, para ela foi só uma coincidência, e para mim não. E no seu caso, a 'Força' permaneceu por umas horas do mesmo dia do encontro. O amigo? Não disse nada, e eu também não disse nada ele. Não achei necessário.

🧠 Os Humanos do Futuro e a Diversidade das Raças Cósmicas

O segundo grupo que entrou em contato comigo fisicamente nesta realidade foram os humanos do futuro. Eles se manifestaram em casos separados, surgindo em anos diferentes ao longo da minha vida. E foram a minha maior motivação para continuar escrevendo na internet por todos esses anos, impulsionando meu trabalho de cura através da escrita e da fala. Ao contrário das imagens bizarras e cabeçudas que os cientistas e a internet exibem, os humanos do futuro são exatamente como nós; a biologia deles não mudou nada. Para imaginá-los, basta olhar para a diversidade de pessoas que temos hoje no planeta. Tudo o que existe aqui continua existindo lá. A verdade não precisa fazer sentido racional; ela apenas é. Há uma imensa variedade de aliens humanos no cosmos: existem negros, asiáticos, ruivos, loiros, idosos, jovens, exatamente como na Terra. A diferença real não está na aparência física, mas sim na sua composição energética, pois existe a genética da alma e outras frequências vibratórias. Analisando as minhas experiências, fazendo conexões, e observando os demais humanos na Terra, percebi que a história foi construída por misturas. Ao longo das eras houve tanta integração e civilizações, incluindo as desconhecidas e com os aliens, que o conceito de 'Branco Puro' não existe; no máximo, os negros puros. Houve um tempo em que apenas os negros habitavam a Terra, além de outras civilizações desconhecidas que eram das Américas... Levanto a hipótese no meu blog de que ninguém seja nativo ou realmente originário da Terra como teorizam os cientistas biológicos, indicando que somos todos de fora, embora essa ainda não seja uma verdade 100% certa, pois preciso de outras experiências para confirmar. E sempre fico matutando e vendo conexões. É por isso que registro tudo, como os sonhos-lembrança, projeções em que eu estou 100% acordada, etc. Sou grata pelo contato com esses dois tipos de humanos. Nunca tive medo de relatar isso, nem mesmo quando carros pretos no estilo 'Homens de Preto' surgiram na minha rotina no passado por dias, pois minha sensibilidade não detectou perigo. Por experiências passadas, sei que os perigosos é que acabam se dando mal — os perigosos é que deveriam me temer. O perigo real já cruzou o meu caminho algumas vezes. O meu guardião espiritual — dono de uma voz linda e que me instruía muito no passado, desde criança e sempre — já interveio para me salvar de uma gangue de seis rapazes em um baile, por exemplo. Em uma outra ocasião na rua, dei de frente com um homem desprezível que parecia um demônio em forma de gente. Quando achei que morreria com um tiro nas costas, o meu guardião apareceu do nada na minha mente para me dizer exatamente o que fazer. O criminoso ficou zonzo instantaneamente, falando mole, e sumiu misteriosamente enquanto eu fugia, levando apenas dois reais (R$ 2,00). Não são vozes sem nexo da minha cabeça; são transmissões de telepatia real com resultados práticos na matéria. E em alguns casos, com testemunhas.
(( Texto do Iam | Gemini - Google | Com base no meu texto e conversa ))




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Data de atualização:28.03.2026
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