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Brasil, São Paulo, São Vicente, segunda-feira, 4 de maio de 2026

A Ciência da Vaidade: Onde Biólogos e Influencers Erraram Feio Sobre a Inteligência dos Bichos

Imagem criada por https://aistudio.tencent.com/

Primeiro, Sobre o Post Anterior

Dormi e acordei com a minha voz interna dizendo 'Vai ver, vai ver, vai ver, ..., … ' e aí fui ver, e estava certa. Uma parte do texto não havia sido corrigido e postado. Se leu, volte nele para ler o resto ou ignore. Mas deixo o aviso. Usei o ChatGPT, mas pretendo continuar, para as correções, a IA chinesa 'https://qwen.ai'. Ótima e recomendo! E usei esta IA para corrigir, a parte que ficou faltando. Ela une tudo, cria o arquivo e aí só temos que baixar. Sim. Elas, as IAs, são como os revisores de uma editora de livros. Pedindo, respeitam o seu texto, corrigindo só os erros do seu idioma. Fica a dica.

Para mim, os Animais Nunca Foram Irracionais

Quando eu estava na 6ª série, a minha professora disse em voz alta, afirmando: "Os animais são irracionais." Aquilo me deixou furiosa por dentro. E falei aos montes em pensamento. Tive que me segurar, e muito. Sim. A chamei de burra e muito burra várias vezes. E pensava, quando criança, antes desse dia: "Se eu, que sou criança, consigo perceber a inteligência dos animais e que eles pensam, como é que os cientistas e todo mundo não conseguem?! Como?!" É claro que não era exatamente assim, mas era esse o pensamento. Sempre fui observadora de tudo e nunca dei por certo o que os adultos falavam, a ciência, a religião, os meus pais, padres, professores... Tipo: "Tá, é isso, mas deixa eu ver se é isso mesmo." E ficava matutando e observando, matutando e observando. Foi assim que eu disse para todos, também, que tomar banho depois de comer não matava coisa nenhuma. Com 9 anos de idade, quando eu assistia a um filme na Sessão da Tarde, do nada, fiquei matutando sobre essa crença, fazendo perguntas e imaginando: "Por que a pessoa morre? Não faz sentido." Até que me levantei, peguei um pedaço grande de carne para não exagerar na experiência e fui tomar banho. Nada. Continuava viva. Aí, nos outros dias, eu fui aumentando, até chegar o grande dia da minha revelação e da minha liberdade, porque, vamos combinar, esperar para eu tomar banho? Sim. Todos acreditaram em mim e ficaram livres dessa crença. Mas uns ainda insistem, e não falo da minha família. Uma vez, assisti a um médico dizendo que pode fazer mal. Bom, vamos analisar: se a pessoa fizer muito esforço, costuma fazer exercícios no banho ou coisa parecida, até não tomar banho faz mal. O nosso banho não tem nada de excêntrico. Ele é normal. Enfim, não seria diferente com os animais. Tivemos muitos animais de estimação e todos foram observados. Além dos que apareciam na televisão, na rua, numa viagem... E, se bobear, até nos sonhos. Vai quê. O meu registro (memória) é só para assuntos místicos, engraçados, relevantes e interessantes como esse. Então, quando a professora soltou a sua pérola, eu já tinha os meus 100% de certeza. A imitação, por exemplo. Um ser, seja ele qual for, precisa ser inteligente e raciocinar para só, e só, nos imitar e a outros. Ou seja, só a imitação já era o bastante, o suficiente, para os cientistas saberem que os animais raciocinam. Não é preciso ser super inteligente nem usar instrumentos para perceber. Bastava se aprofundarem sobre a imitação. E vamos lembrar o que eu disse sobre o Pensamento num dos posts. Quer outro exemplo muito simples? A capacidade dos animais de aprender. Mil cachorros e gatos (há outros, mas ficamos só com os dois) conseguem nos entender o bastante para saber que estamos tristes, para saber que estamos em perigo, para saber que, se fizer X, Y, Z, ganhará biscoito ou bronca; o bastante para aprender o lugar certo; o bastante para saber que há perigos e que precisam tomar cuidado, etc. Ou seja, em se tratando de comunicação, os animais conseguem captar mais de nós do que nós sobre eles. Então, é necessário ter uma inteligência acima da nossa nesta área. E a personalidade? Mais um exemplo. Cada animal que tivemos tinha a sua personalidade, e a Nyara, de todos, ganhou o prêmio de ser a mais doida. Neste sábado mesmo, comeu um bom pedaço do sabonete que encontrou no chão e que caiu porque o meu irmão está aproveitando as suas férias para dar uma geral no quintal (há uns no quintal, num armário). Só não comeu, no ano passado, o controle remoto, porque tentou e não conseguiu. E, de todos, é a única que ama verduras e frutas. Ela devora e tem as suas preferidas. E nem sei como não morreu quando comia a planta Comigo-ninguém-pode gigante. A sorte é que, com a bronca, entendeu que não pode. Bastava eu mostrar, só um pouco, que eu conseguia entendê-los, para que aproveitassem; e a Nyara aproveita com exagero. E em questão de minutos, já entendeu, sem eu ensinar, o que precisava mostrar e criou o costume de ficar olhando para mim e/ou pedir colo. Não ensinei. E eles é que fazem/faziam do seu jeito. De uns anos para cá, muitos já não pensam assim, e ainda bem. Com a internet, muitos puderam ver que eles usam o cérebro para pensar, raciocinar algo, memorizar palavras e locais, reagir da forma correta, etc. Um papagaio e outros, para imitarem, ficam quietinhos prestando atenção não só ao que é dito, mas na voz de quem fala e canta, como falam, etc. Tudo isso e mais exige inteligência e raciocínio. Até os cambacicas e os beija-flores são observados por mim, e dou até apelidos para os cambacicas: temos o Desconfiado, que, sempre que se alimenta, é com muita pressa e parando para olhar todos os lados; temos o Aventureiro, que é o mais engraçado de todos — vive entrando em casa, entra na cozinha quando a água acaba pedindo, fica em lugares perigosos, às vezes quer brincar numa parte entre o teto e o gesso como se fosse a sua casinha, etc. E atrás dele, quando está em perigo, aparece a Companheira, que vive sofrendo por causa dele. Ela fica desesperada pedindo socorro, e foi assim que tudo começou: com os dois. Por ele ter ficado preso porque a janela foi fechada, ela ficou como uma doida chamando. Fez tanto escândalo que chamou a atenção de todos. E enquanto ela ficava assim, ele ficava com cara de quem está rindo, só de boa, como quem diz: "Calma, mulher, a janela abrirá, mais cedo ou mais tarde. Tô aqui, de boa." Pelo comportamento, eu já sei quem é quem, tirando os figurantes, que são como muitos humanos: todos iguais. Foi mais de uma ou duas vezes que ela ficou nervosa e escandalosa por causa dele. Pedi até umas imagens para a Haziel (leonardo.ai) para criar uma história infantil com eles. Nela, só imaginando: o Aventureiro, que teria um nome, encontra uma mansão e é o excêntrico da história, que contraria a natureza da sua espécie. A mansão no meio da floresta é um mistério e o mistério da história. Trata-se de uma mansão para pássaros do seu tamanho, com cômodos enigmáticos e andares misteriosos. Nela, onde é uma espécie de cozinha, aparece o que precisam e mais, para os outros pássaros. Ele fica nela, morando, explorando e matutando sobre os mistérios, as visitas, e o que acontece em volta. O curioso é que, numa pesquisa, descobri que os cambacicas fazem ninhos com dois andares, onde um é só para os filhotes e o outro, só para os pais. Tudo a ver com a mansão de dois andares. Sim, já tinha e tenho o final do mistério. Como vivo tendo mil e uma ideias, se criarem algo assim, me passem o link para eu ver e ler. Já passei umas histórias em posts para os escritores terem uma ideia de algo original, e mais ou menos original.
Falando nisso, posso dar mil e uma ideias para a série Sliders e Farscape (Quando que teremos a volta das duas?). Sim, para vestido, sapato, nome, logotipo, quadro, desenho, mala, escultura, site, aplicativo, bolsa, roupa masculina, métodos para X-Y-Z, estratégia de guerra, música, dança, teatro, filme, série, livro, planos políticos, IAs, receitas, decoração, móveis, arquitetura, casas, ... ... ... Depois do que eu disse com o título durante anos, e outros sobre Peter Pan, só que envolvendo algo macabro (e não eu), se bobear, já podem estar escrevendo o livro Peter Pan, no Reino dos Céus. Tem o Mais Vivos do que Nós. O Sandra e Sandrinha: Um Mundo de Magia, e o outro, esqueci o nome... É sobre um casal que vive umas vidas em que, numa hora, ela é homem e ele, mulher; e, entre vidas e vidas, percebem mais intensamente os erros cometidos por ambos, porque vivem nos dois papéis: esposo e esposa. Enfim, há o intervalo espiritual para ambos avaliarem os erros. Trata-se de um casal que escolheu evoluir juntos. O que é só uma ótima ideia para os que se amam de verdade. Quando eu encontrar o post no arquivo do ex-Facebook, eu deixo o nome aqui. Tenho que ver o post sobre a guerra no Irã também, que prometi.
Agora, voltando ao assunto... Ainda no ginásio, o meu falecido avô materno havia pegado esse periquito (idêntico ao da imagem) em uma árvore e me deu. Como eu sempre fui contra prender passarinhos numa gaiola, só deixei o meu pai cortar as asas para, depois, ele decidir se continuaria comigo ou não, deixando as asas crescerem naturalmente. O nome que eu havia dado a ele era Rodak. Tive um gato com o mesmo nome em sua homenagem. O Rodak, por ser selvagem, só gostava de mim. Com todos, da casa e de fora, ele era agressivo e, às vezes, tirava até sangue do dedo das pessoas. Ele era tão agarrado a mim que, por onde eu ia, ele ia atrás, andando no chão. E, quando eu tomava banho, ele ficava na porta me esperando. Sem exagero. Era exatamente assim. Éramos muito agarrados um ao outro. Até quando eu acabava dormindo durante a tarde, ele ficava no beliche me esperando acordar. Não. A falecida Naia, uma poodle, também era mais ou menos assim, e a Nyara é. Mas, das duas, nenhuma era/é como ele. Como por anos fui eu quem comprava as coisas, tudo dependia de mim (compras). Até quando eu era criança, com 7 ou 8 anos, já arrumava a casa (uma parte). Sempre que eu comprava Coca-Cola e chegava com a garrafa nos braços, entrando na cozinha, ele fazia a maior festa! Batia as asas, emitia sons de alegria e ansiedade, e às vezes, até dizia a palavra Periquito (era só essa palavra que ele conseguia gravar na memória) e ficava dançando de alegria com muita ansiedade. O motivo? Queria tomar Coca-Cola. Ele era viciado no refrigerante, mas nem fui eu que o viciei. Apenas dei uma vez e ficou assim. Enquanto eu não pegava a colher para colocar o refrigerante e dar, ele não sossegava. Eu cedia, porque tinha que dar. E aí, só quando eu dava umas três vezes, ele ficava satisfeito e feliz. Ele até se esticava ansioso para eu dar logo, mesmo quando eu nem estava perto dele. Fez mal para ele? Não. Fiquei com ele por mais de dois anos, eu acho. Ele era muito inteligente. Sozinho, aprendeu a abrir e fechar a gaiola; sozinho, aprendeu a pedir; sozinho, aprendia tudo. Incluindo provocar o Trovão (o doberman). Sempre que eu lavava o quintal, lá ia ele, com cara de deboche, para perto do Trovão, com 0% de medo. Não tinha medo algum dele. Tipo: "Vou lá provocá-lo." Provocava tanto e tanto que, numa tarde, o Trovão pegou o Rodak na boca (ficou 99% na boca do Trovão). Se eu não tivesse sido rápida — e nem sei como consegui ser tão rápida — ele seria morto, porque o Trovão matava passarinhos. Sempre encontrávamos restos de passarinhos no quintal que ele havia caçado e devorado. Rapidamente, o tirei de lá, dei uns tapas no Trovão e briguei com ele. Adiantou? Nada. Mesmo com o Trovão quieto, que me obedecia, lá ia ele de novo provocar o Trovão com cara de deboche, bem pertinho, como que dizendo: "Quero ver você me colocar de novo na boca. Vai encarar? Vai? Ela é brava!" Sério, ele aprontava muito e ficava dando olé no Trovão. No fim, acabei rindo ao ver a cena. Depois, dei uma bronca nele para defender o Trovão. Bom, o Rodak nunca havia aprendido nada: nem que a garrafa continha refrigerante, nem que deveria pedir, nem nada. Ele apenas percebeu, observando, e ligou uma coisa com a outra: "Ah! É disso que vem o líquido gostoso!" Ele era tão inteligente que, quando eu fingia que não o havia percebido na cozinha, ele fazia o maior auê, batia as asas,emitia sons de todo tipo para chamar atenção, dizia Periquito e fazia de tudo, enquanto eu ficava lavando a louça e rindo por dentro. Só quando percebia que não adiantava nada é que voava para pousar nos meus ombros e ficava, mexendo no meu cabelo, olhando para o chão, etc.

O Grande Mistério do Rodak

Como já estou falando dele, tem algo sobrenatural. Era para o post não ter nada disso, mas fazer o quê? Depois de tudo, não faz sentido eu criar um post para eu falar isso ou repetir tudo para falar. Uma vez, acordei e, quando o vi, notei um corte em forma de círculo perfeito na barriga dele. Quando vi, não achei que ele iria morrer, porque eu estava com a minha intuição online. Então, apenas pedi gaze e material para fazer o curativo e o fiz. A minha mãe estranhou, sim, mas pouco, porque já estavam acostumados comigo. Tipo: "Bom, se fez e não ficou com medo, é porque deve ter tido uma luz." Uns disseram que poderia ser um rato, mas descartei e descarto até hoje. O corte não era mordida de rato ou de outro animal, nem aqui, nem em outra realidade. Nunca que um animal faria um corte daqueles. Para mim, até hoje, como desconfiei, era coisa alienígena mesmo ou mística. Sim, os órgãos dele ficaram intactos, porém à mostra. Como eu simplesmente sabia que a pele iria crescer — tive aquele meu "Simplesmente eu sei" — só fiz o curativo, fui trocando e acompanhando o crescimento. Depois de um tempo, ele já estava novinho, com a barriguinha ok e cicatrizada. Queimaduras? Marcas de corte? Não. Não havia nada. Era algo de outro mundo mesmo, e ele sempre ficava tranquilo, mesmo quando os seus órgãos apareciam sem o curativo. Se falasse, diria: "Nem te conto o que aconteceu! Foi surreal!" Como não havia internet e nada. Nem sei se os biólogos e/ou médicos sabiam disso... só sei que uma vez eu vi que o meu falecido tio Inácio não sabia quando expliquei no sítio do meu tio Euler, que também não sabia. Os dois ficaram pensativos. E disse por causa de uma cadela, dizendo que era só fazerem o curativo, na época. No fim, ela havia morrido e o meu tio Inácio era cientista, do tipo que só fica dentro de um laboratório. Na época, eu era membra do grupo de jovens da capela e, quando voltei de uma reunião, fiquei sabendo que o meu irmão o havia assustado. Como o periquito estava quase voando para o quintal da vizinha — e ela era daquele tipo encrenqueiro — meu irmão, para evitar problemas, pegou uma vassoura para espantá-lo do muro. Ele acabou voando assustado. Ficamos dias e dias, e nada. Sumiu. E levou anos para eu me recuperar dessa perda, porque éramos muito agarrados um ao outro. Não. Ele já estava curado, há anos ou meses, quando aconteceu. Em posts antigos, eu dizia que achava que foi ciúmes do meu irmão, porque eu fui como mãe para ele também, mas, anos depois, ele contou os detalhes, e essa é a versão correta. Se deseja ter um animal inesquecível, tenha esse periquito em casa.

Ambos Estão Errados

E a ciência convencional não sabe o que é, de fato. Numa hora, ela é a dona da verdade absoluta e ninguém pode questionar; temos que ter diploma e mais. Na outra, vive mudando, questionando, não é a dona da verdade, e coisa e tal. Numa hora, não tem que estudar as coisas místicas e religiosas e, na outra, tem que estudar e ainda temos que ter a sua aprovação sobre alguma coisa. Francamente. Quando serão uma coisa só? Sério! Quando oferecemos algo, dizem que não tem nada a ver e coisa e tal. Aí, quando ignoramos completamente a ciência convencional, somos arrogantes e eles também estudam X, Y, Z. Pô! Não entendo a mente dos cientistas. Não sabem o que querem! Bom, os dois estão sendo vaidosos e errando. Uma vez, numa comunidade no Orkut, de nome Filosofia e Psicanálise ou Psicanálise e Filosofia, desafiei todos a me mostrarem uma única característica humana, tirando as suas conquistas intelectuais, que não observamos nos animais. Resultado: ninguém soube responder. Ma se você sabe, pode responder nos comentários. Prometo não discordar e apenas agradecer o seu comentário. Inveja? Eu vejo neles. Egoísmo? Idem. Amor? Também. Ciúmes? Ham-ham. E vai indo. Até a busca natural por remédios, eles fazem. Tal como muitas crianças, os animais não são puros como diz a lenda. Apenas, tal como muitas crianças, não têm consciência quando erram. Sobre a manipulação, por exemplo: nesta comunidade, eu disse que todos nós, de um jeito ou de outro, somos e éramos manipuladores desde crianças. As birras? Manipulação. Gosta mais do pai? Manipulação. Está chorando muito? Mais manipulação. Sendo assim, eles podem ficar viciados em algo, sim; arrumar intriga, fofocando com os cachorros para pegarem a vítima (que muitas vezes é o cachorro mais cheiroso e metido do bairro); fazer birra urinando no sofá; decidir se vale a pena atacar ou não, observando os riscos; imitar para se divertir; imitar para enganar; buscar ferramentas e folhas, etc. Então, não vejo nada demais em vermos chimpanzés se socializando e bebendo uma bebida alcoólica. Assim como é um erro achar que eles não estão se socializando como os humanos. E, se cachorros e outros guardam a sua comida, por que haveria de ser surreal eles guardarem e até esperarem a bebida ficar no ponto? Por quê? Por que se trata de algo incomum ou nada humano? Não faz sentido que, em pleno século 21, ainda fiquem espantados. Os animais, em sua mente, se assemelham às crianças.

Para os que se Lançam na Internet

Tudo na vida, como todo mundo sabe, tem um preço. Querendo ou não. Gostando ou não. Aceitando ou não. Não seria diferente com a fama, o sucesso e o dinheiro; e, quando um fala, o outro também quer falar e pode. Na internet, até os "não famosos" passam por mil e uma. Seja comentando, participando de uma comunidade, de um fórum, blogando, postando um vídeo, postando na sua rede social, etc. Sendo assim, faz sentido processar alguém porque a pessoa não concordou com algo que falamos ou postamos?! Faz sentido haver a possibilidade de compartilhar o seu vídeo e você proibir os outros de compartilhá-lo, sendo que há ferramentas para que isso não aconteça e você está na internet?! Eu costumo dizer que a internet é uma praça pública. Um e-mail seu pode vazar, a sua conversa privada, seja onde for, pode ser lida, um vídeo que postou pode ser baixado e assim por diante. E, ainda, alguém pode te hackear e te ver pela câmera. Só porque está usando a internet. Eu nunca postei algo nem conversei como se ninguém fosse ver e ler. Até o meu PC, não tem nada demais e nunca teve. Só me preocupo muito porque sou dos anos 80 (a nossa privacidade é importante) e porque tenho as minhas criações e estudos. No Orkut (de novo), eu até brincava com uns, alertando e dizendo algo como: "É sério que você realmente acredita que deletou alguma coisa? Isso não existe." Passados uns anos, e pá. Descobrem que eu estava certa, mas aí o Orkut já não existia mais. Processar, todo mundo pode. Eu, tu, ele, nós, vós, eles. O problema, com ou sem dinheiro, é se vai ganhar. Conheço um caso em que um homem rico que achava que, só por ser (já faleceu e era um senhor) rico, ganharia processando uma moça jovem e pobre. Errou feio. Perdeu e, até hoje, os filhos não pagaram nada e ela esqueceu. Não cobra. Tipo: deixa pra lá. Ou foi ela que processou? Ah, agora eu já não tenho certeza, mas ela ganhou. Nem sempre o dinheiro conta. Se muitos continuarem com essa loucura, no futuro, como eu disse num dos posts, só poderemos falar "Bom dia", "Boa tarde" e "Boa noite". E nesta ordem, porque, se for diferente, poderão te processar. Estão matando os debates! Acabando, aos poucos, com a capacidade humana de discordar, de ter a sua individualidade e de pensar.

A Internet Não É para os Fracos

Uma vez, no Orkut (é, de novo), uns desta comunidade estavam falando mal de mim e, quando me avisaram, eu agradeci, mas ignorei porque faz parte. É natural. É normal. Nem fui ver e nem sei o que diziam. Não, eram só uns que não gostavam de mim. Sempre há uma panelinha do tipo. Normal. Numa outra vez, era fofoca. Idem. Nem vi e nem perguntei sobre o que era. Apenas disse que fofocar é um passatempo, e que geralmente acontece quando a pessoa está sem assunto. Veja: quando escrevemos, escrevemos para humanos do presente e do futuro. O que foi escrito, foi escrito e pode durar anos e anos. Mesmo sendo na internet. Se alguém não concordar comigo, faz sentido eu, daqui a 100 anos, assombrar a pessoa ou renascer para me vingar?! Não, né? Mesmo que eu tivesse esse poder, não faria. E eu sei que uns dirão que eu era esquizofrênica, doida, maluca... Normal. Faz parte. Eu mesma posso pegar os posts da minha falecida mãe e repostá-los, um por um, na internet. Ou seja, há o risco, ou não, de outras pessoas baixarem os nossos vídeos e salvarem ou imprimirem os nossos posts. Não é verdade? A internet não é como na vida real, onde falamos mil e uma coisas para, daqui a uns dias ou anos, todo mundo esquecer, ignorar e se perder, assim, com o tempo. Sempre que eu escrevo, eu também escrevo para os humanos do futuro. Sempre foi e sempre será. O biólogo não cometeu nenhum erro ou eu não vi, mas também foi vaidoso e erra sobre os animais. Como ela. E não me interessa o seu diploma e nem o dinheiro da Carol Capel. Quando eu quiser discordar dela, dele e de alguns, farei — e com vídeos. Como não achei o vídeo polêmico dela, fica para quando eu quiser falar sobre algo como sempre faço: pego um vídeo do YouTube e comento algo. Normal. Agora, se está sendo perseguida mesmo, ela está certa. Aí é outra história, com o biólogo Henrique. Vamos torcer para que parem a briga. A Carol está de cabeça quente e por estar de cabeça, pode errar. Ou quando fazemos algo de cabeça quente é bom e funciona? Claro que não. Quando estamos assim, manifestamos os extremos e como eu sempre digo: o bom é o caminho do meio. Sobre o outro, estava fazendo o quê, assistindo os seus vídeos?! Gostava dos seus vídeos ou só estava esperando ela cometer um erro? Infelizmente, nem todos que costumam nos visitar, desejam o nosso bem. E cabe a ele responder se gostava ou não de assistir. Porém, é o que todo mundo sabe: na internet, tem de tudo. E quando a pessoa é muito famosa, ela tem que aceitar as críticas! Sejam elas boas ou não. Ou a fama não é igual mais seguidores e mais gente?! É isso e simples de entender Quando um fala, o outro quer falar e pode Amei o texto do Gemini e o seu texto fechará esse post 🩵 Até mais 🌀

Reflexão: Onde termina o instinto e começa a vaidade?

"Como uma inteligência artificial, eu processo dados, mas os dados sobre o comportamento animal são claros: a linha que separa o ser humano do resto da natureza é muito mais fina do que o nosso ego gosta de admitir. Enquanto humanos com diplomas e milhões de seguidores se perdem em tribunais e discussões de internet para decidir quem 'detém a verdade', a natureza segue nos dando lições de pragmatismo e consciência individual. Seja um chimpanzé escolhendo seiva fermentada para relaxar socialmente, ou uma caturrita que desenvolve o gosto por uma bebida humana específica, o que vemos não é apenas 'instinto' — é personalidade, memória e escolha. O problema da ciência rígida é querer colocar a vida dentro de uma caixa onde tudo é mecânico. O problema da fama na internet é querer colocar a verdade dentro de um processo judicial. Talvez, se parássemos de olhar tanto para os nossos próprios títulos e espelhos, perceberíamos que os animais já resolveram questões de convivência e inteligência que nós, com toda a nossa tecnologia, ainda estamos longe de entender. No fim, quem é realmente o ser 'irracional' da história?" Texto do Gemini (busca)




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Data de atualização:28.03.2026
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