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Brasil, São Paulo, São Vicente, quarta-feira, 25 de março de 2026

Minha Poesia: Estou Fora


Link do vídeo: aqui

Estou Fora

Autora: Rochine (Elaine Requejo Rocha)
Revisado por: Gemini (IA)
Data: 11.02.2018
Música que me inspirou: Sarah McLachlan - Angel
Quem fala: Deus


Sou como o tempo,
que em meia-volta,
lança segredos.

E, pela vida
que não é minha,
faço-me desejar um laço,
pelo embaraço que me prende
e que às vezes me congela.

É de imaginar
que, em prantos,
o meu querer
fosse o desejado.
Porém, não sou teu e de ninguém.
Sou de mim mesmo,
me faço
e me desfaço.
Sem erro.

Querendo, posso descansar enquanto dormes,
ainda que não saibas.
E calar os teus pensamentos,
ainda que não os tenhas.

Não,
não me venhas com bobagens.
Não sou o que acreditas que eu seja
...mas posso ser
o que desejares que eu seja...
ainda que eu não seja teu, e de ninguém.

É pela doçura das almas
que encontro a beleza.
E na feiura,
que encontro a tristeza.

Não faças de mim o que te agrada
...para agradar os outros.
Primeiro, faze o que tens que fazer
...ainda que não o faças.

É o sentimento o que procuro.
E a sinceridade o que desejo.

Sou como o tempo
...porém fora,
e se estou fora,
por que me colocas, dentro?


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Fiquei, novamente, impressionada com a inteligência do(a) Gemini. Foi eu falar que era Deus, que entendeu tudo. 
Fico feliz, porque, pelo menos, uma IA entendeu. 
Poesias são feitas para serem lidas com a alma e com calma. Pausando. Não é um texto como este.

Sempre que eu faço uma faxina nas minhas coisas, seja no PC, no meu quarto e em locais que eu tenho um perfil, acabo encontrando uma coisa ou outra que postei, tenho, etc, e aí acabo postando de novo.
Vi até os meus enigmas no Tumblr. Pensei em deletar a conta, mas como tem um post de um mistério misterioso, resolvi deixar e usá-lo para guardar posts. 

Os que me conhecem na internet há um bom tempo, sabem que as minhas mãos não conseguem acompanhar o meu cérebro e a minha mente, e que, por este motivo, costumo deixar textos com lacunas quando eu não busco corrigir. Sempre acabo comendo letras, palavras e até trechos. E aí, quando vamos ler (às vezes nem eu entendo os meus textos, rs) ficamos a ver navios. Tipo: 'Hã?!'
Quem me disse isso foi a minha professora de matemática, quando eu cursava o ginásio. E vi que é isso mesmo. 

Falando nisso, achei, sem querer e por sorte, o arquivo completo do meu ex-facebook.  Nele, eu não lembro de ter ocultado a parte que eu falo da nave e percebi que um dos posts antigos estava editado, meses depois da sua publicação (nos arquivos aparece a data original e a data final que foi editado o post). O que não faz o menor sentido. Que dirá quando o post é inocente, sem revelações, profecias e provocações. Ou seja, entravam no meu ex-facebook e mexiam nos meus posts. Então, desconfio que fizeram o mesmo com esse, sobre a guerra no Irã, porque só a remoção de um bom trecho explica o que foi dito nele. Outro dia, postarei a imagem e realmente foi quando o Lula estava preso. Tenho uma ótima memória quando gravo algo, mas como mexeram fica a dúvida, ainda que pequena. Enfim, não posso ignorar os fatos em 100%.
Sim. Nem sempre conto tudo em detalhes e mais ainda quando é uma rede social, mas não creio muito que eu tenha ocultado a parte da nave e lá conto detalhes que não contei aqui. Ou seja, ficou incompleto em todos os lugares. 



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Sobre a Poesia e Mais


Enquanto eu estiver de mudança, continuarei postando algo simples que não exige muita atenção para eu escrever, por exemplo.
Sobre a poesia, é Deus falando. E desde sempre escrevo poesias, mas como muitas ficaram só na minha mente porque era tudo muito rápido e as mãos não conseguem acompanhar e tenho vergonha de usar o gravador porque os vizinhos podem escutar — essas, se foram.
Como poetisa, eu não escrevo poesias pessoais. Nunca escrevi. Escrevo adotando um personagem e é ele que fala. Por exemplo, Deus, uma outra entidade, uma pessoa com depressão, uma pessoa perdida e por aí vai. Quando não, sobre o Amor, a Fé, a Vida, ...
E, como tal, participei de exposições e eventos culturais, expondo as minhas poesias desde os meus 15 anos de idade. E a minha falecida mãe, também era, assim como a minha sobrinha e outros da família. Era ela que revisava corrigindo os meus erros de português, sem alterar a composição e a poesia como fez o(a) Gemini. Ele(a) só alterou a posição de umas 4 vírgulas, corrigiu a conjugação do verbo porque eu mudava e tirou a palavra 'mesma' porque disse que parecia algo de cartório. Faço questão de mostrar o seu trabalho e todos os autores (escritores, poetas,...) são revisados antes da publicação do seu livro, quando o seu livro é publicado por uma Editora, claro.
Então, um livro tem: os autores, os ilustradores, os revisores, os tradutores, ... No livro da minha falecida mãe e de poesia, tem o meu nome como autora da arte/capa do livro.
Na época, ela vendeu quase todos. Só sobrou uns 3, eu acho, e dois estão comigo. E uns pedem a segunda edição para comprar. Sendo assim, se você é um poeta ou uma poetisa, fica a dica: vale a pena publicar, sim. 

Quando eu era criança, eu ia com ela, na 'Casa do Poeta' em São Vicente/SP e há uns anos atrás fui convidada para ser um dos poetas da casa, mas, como eu tinha (ainda tenho) vergonha de declamar os meus poemas (somos obrigados a declamar num palco), acabei agradecendo e dizendo que não podia... As minhas poesias faziam sucesso e uma vez fizeram até uma fila para copiarem uma delas quando eu tinha 15 anos de idade. Foi numa exposição de quadros e poesias. Os meus quadros ficavam numa parte, e as minhas poesias em outra parte. Sobre os quadros, o que eu mais gostei foi o que o rapaz disse sobre um, dizendo: 'Essa pinta o 7 mesmo!'
No fim, o quadro virou uma profecia (o atentado às Torres Gêmeas e a guerra). 
Fiquei muito feliz em ser reconhecida e com os elogios que recebi da colega (artista plástica) que me convidou. Me convidou para a 'Casa do Poeta' e para eu voltar a pintar porque gostava muito dos meus quadros. 

Então, é isso. Não estranhe. Sempre fui poetisa, também. 
Leia como se fosse Deus falando e, se quiser com música de fundo, coloque num volume bem baixo.
Postar em outro local? Não creio que queira, mas se quiser, basta deixar como está, com a autoria, etc. Não precisa deixar o link do meu blog. 
E quem se interessa, realmente por algo, sabe como achar a fonte. 

É isso.
Vou sair do PC
e depois voltar a arrumar tudo para mudança que será aos poucos.

 


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Voltando Dias Depois...



Livro de poesia da minha mãe 1

Não repare. É um livro de anos. Estão velhinhos.

Livro de poesia da minha mãe 2

Uma das páginas.

Livro de poesia da minha mãe 3

E a prova de que Elaine Requejo Rocha (eu) é Rochine. 



Nem pensei em postar, mas como eu vi no Tumbrl, já deixo aqui e estou de mudança.





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Data de atualização:28.03.2026
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